Filme estrelado por Milly Alcock chega aos cinemas brasileiros em junho e marca continuidade do novo universo da DC Studios
A Warner Bros. Pictures divulgou nesta terça-feira (31) o trailer e o pôster oficiais de Supergirl, um dos lançamentos mais aguardados de 2026. Protagonizado por Milly Alcock e com participação de Jason Momoa no papel do anti-herói Lobo, o longa tem estreia confirmada para o dia 25 de junho nos cinemas brasileiros, incluindo versões acessíveis e salas IMAX. A produção é o segundo capítulo da nova fase do universo cinematográfico da DC Studios.
Dirigido por Craig Gillespie, o filme apresenta uma abordagem mais emocional e intensa da personagem Kara Zor-El, explorando sua trajetória após a destruição de Krypton. A narrativa mistura ação, drama e ficção científica, acompanhando a protagonista em uma jornada de vingança e autodescoberta.
Uma nova abordagem para a heroína
Diferente das versões anteriores da personagem, Supergirl aposta em um tom mais sombrio e introspectivo. Kara Zor-El surge como uma jovem marcada por perdas profundas, tentando encontrar sentido em meio ao trauma da destruição de seu planeta natal.
Aos 23 anos, a personagem vivida por Milly Alcock enfrenta conflitos internos enquanto embarca em uma jornada interestelar. A proposta do filme é apresentar uma heroína mais humana, com fragilidades e dilemas morais, sem deixar de lado o espetáculo visual característico das produções da DC.
Sob a direção de Craig Gillespie, conhecido por trabalhos que equilibram emoção e estilo visual marcante, a produção busca dialogar com um público mais amplo, incluindo fãs antigos e novos espectadores.
Influência direta dos quadrinhos premiados
O roteiro do filme é inspirado na HQ Supergirl: Woman of Tomorrow, escrita por Tom King e ilustrada pela artista brasileira Bilquis Evely. A obra foi amplamente elogiada pela crítica e chegou a ser indicada ao Eisner Awards, considerado o “Oscar dos quadrinhos”.
A adaptação mantém elementos centrais da HQ, como a jornada emocional da protagonista e a construção de um universo mais denso e reflexivo. A escolha desse material como base reforça a intenção da DC Studios de investir em histórias mais autorais e maduras.
Elenco reúne nomes de peso
Além de Milly Alcock e Jason Momoa, o elenco conta com nomes como Matthias Schoenaerts, Eve Ridley, David Krumholtz e Emily Beecham. A presença de Momoa como Lobo chama atenção especialmente por marcar uma mudança significativa na trajetória do ator dentro do universo DC, após sua passagem como Aquaman.
Nos bastidores, o filme reúne profissionais renomados da indústria cinematográfica. A fotografia é assinada por Rob Hardy, enquanto a trilha sonora fica por conta de Ramin Djawadi, conhecido por trabalhos marcantes em produções épicas.
Nova fase da DC ganha forma
Supergirl é parte fundamental da reformulação do universo cinematográfico da DC, liderada por James Gunn e Peter Safran. A dupla assumiu o comando do estúdio com a missão de reorganizar a narrativa dos filmes e criar uma linha mais coesa entre as produções.
A escolha de personagens menos explorados no cinema, como Supergirl em uma versão mais complexa, demonstra a estratégia de diversificar o catálogo e apostar em histórias com maior profundidade emocional.
O filme também reforça o compromisso da DC Studios com experiências cinematográficas completas, incluindo exibições em IMAX e versões acessíveis, ampliando o alcance ao público.

Produção e expectativas
Produzido pela Troll Court Entertainment e pela The Safran Company, o longa conta ainda com roteiro de Ana Nogueira e produção executiva de Nigel Gostelow, Chantal Nong Vo e Lars P. Winther.
A expectativa em torno do filme é alta, impulsionada tanto pelo material original quanto pela nova abordagem criativa da DC. O trailer divulgado já indica sequências de ação intensas, efeitos visuais robustos e uma narrativa centrada no desenvolvimento da personagem.
A estreia mundial está prevista para o período de férias de junho e julho de 2026, o que deve contribuir para um grande desempenho nas bilheterias globais.
Impacto cultural e representatividade
A escolha de adaptar uma HQ ilustrada por uma artista brasileira também destaca a crescente valorização de talentos internacionais na indústria do entretenimento. Bilquis Evely, reconhecida por seu estilo único, ganha ainda mais visibilidade com a adaptação cinematográfica de sua obra.
Além disso, a construção de uma protagonista feminina complexa e independente reforça tendências recentes do cinema, que busca ampliar a diversidade de narrativas e personagens.













